Mostrando postagens com marcador E-commerce. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador E-commerce. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Varejistas deveriam utilizam mais as mídias sociais, diz estudo

Já ouvi de muitos varejistas que pesquisa é caro, pesquisa não é eficiente para saber a opinião dos consumidores...
Bom, pelas redes sociais, "seus problemas acabaram"!
Nas redes sociais podemos inclusive aprender com o "erro" dos outros, reparem como podemos gerenciar termos relacionados aos concorrentes e saberemos o que os consumidores estão achando de uma promoção ou novo produto/serviço.

Leia na integra:

Abraço

quarta-feira, 30 de março de 2011

Compras coletivas: oportunidade para pequenos

Foi devorando, como de costume, as matérias do Mundo do Marketing que me dei conta de que não falamos muito por aqui sobre sites de compras coletivas, um "universo paralelo" do varejo que vem progredindo dia a dia em número de clientes, de anunciantes, volume de vendas e, por isso mesmo, em popularidade. Na qualidade de uma atenta espectadora do boom que eles vêm protagonizando, tentei furungar algum ensinamento dessa história toda.

O conceito de compra coletiva surgiu em 2008 nos Estados Unidos e desembarcou no Brasil no início do ano passado. Os sites oferecem descontos em serviços válidos depois de atingirem uma quantidade mínima de interessados. É louvável o senso positivo de oportunidade do qual resultaram as empresas desse segmento: num momento em que vivemos a "Era das Facilidades", é natural e cômodo encontrarmos à disposição na web todos os gêneros, da nossa primeira à última necessidade. Ainda mais se levarmos em conta o crescente investimento em branding, disseminação de conteúdo em redes sociais, barateamento da banda larga, plataformas integradas, boas campanhas de e-mail-marketing...

Segundo levantamento realizado pelo IDG Now, em dezembro de 2010 havia no Brasil 405 sites de compras coletivas. Em fevereiro deste ano, foram registrados nada menos que 1.025, um aumento de 153% em apenas dois meses, para o deleite daqueles internautas que consomem, através desses portais, serviços, cultura e gastronomia - porque a comercialização de bens ainda não é possível.

Peixe Urbano, Comprado, ClickOn, GrupOn/Clube Urbano, Desejomania, tantos e tantos outros! O modelo de compra coletiva prolifera-se no mundo inteiro e atrai audiência. Com isso, parei para pensar o que isso agregaria a pequenas empresas. Estou convencida de que a compra coletiva pode ser uma ótima opção para os micro e pequenos empresários, uma vez que para estes - em tese - é mais penoso dispender investimento para posicionamento da marca. Eu aconselharia uma dose de PLANEJAMENTO.

Antes de mais nada, um diagnóstico é preciso. Quantos clientes a empresa é capaz de atender ao mesmo tempo? Há recursos financeiros, de pessoal, de estoque, de logística, de infraestrutura, de tecnologia para atender a estes clientes? Será necessário investir em mais recursos ou a estrutura atual já comportaria uma demanda maior? De quanto seria esse investimento? Quanto ao atendimento, seus funcionários estão treinados para representarem bem a sua marca? Eles estarem insatisfeitos com o ambiente de trabalho que encontram diariamente pode ser um furo a transparecer ao seu consumidor através de primeiras impressões ruins.

Em geral, sites de compras coletivas oferecem critérios para a comercialização eletrônica, como por exemplo a delimitação de quantidade n de vendas até onde a empresa é capaz de atender, se este for o caso. É apenas uma questão de acordo prévio. E atente ao fato de que esses sites, em sua maioria, ficam com mais de 50% do valor da oferta, que já está abaixo do preço normal. As empresas sujeitam-se a receber um valor inferior ao de custo para ganhar uma publicidade no mailing dos sites de compras e ganhar novos consumidores.

E então, você já imaginou tudo indo por água abaixo por falta de antecipação estratégica para entrar nesse mercado? Pior do que não ter novos clientes é perder os que já existem. E reconquistá-los sai muito mais caro! Sem planejamento, não rola. Com toda certeza.


Abraço!

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

A internet como ferramenta estratégica para ampliação do varejo

"...acho que a ideia é motivar os lojistas e ao mesmo tempo ser realista..." Foi assim que comecei o meu email para o presidente da CDL Porto Alegre, Vilson Noer, quando ele me pediu dicas do que dizer para os lojistas que seriam nosso público no Almoço do Varejo que aconteceu ontem (28/09), no Plaza São Rafael.
Segui dizendo que o comércio eletrônico é um NOVO negócio.Quem acha que o varejo não tem como se reinventar, que não tem como modernizar, certamente está apartado dos números de crescimento de venda, de transações via comércio eletrônico e também do quão aquecido está esse mercado em função da novidade. Segundo o Ibope/Nielsen, o Brasil é o 5º país com o maior número de conexões à internet. Em setembro de 2009 éramos 66,3 milhões de internautas. Em dezembro do ano passado já éramos 67,5 milhões! Em apenas 3 meses mais de um milhão de brasileiros tiveram acesso a internet. Até 2012 a previsão é dobrar esse número, chegando a 2 bilhões.
Lojistas: estamos indo para um novo momento, um novo patamar, onde as vendas são importantes, mas não só a venda. Seus produtos estão mais expostos. A forma como você os entrega, como agiliza esse processo, o relacionamento com o seu cliente, tudo está em evidência. 
Já repararam que o nosso consumidor está no conforto do seu lar e pensando na nossa marca, na nossa loja. Quanto isso vale?! É a preferência pela mente do consumidor novamente, só que agora de uma maneira virtual. Um virtual que já não distinguimos mais do real com tanta clareza...

Adentrar o “universo” do comércio eletrônico (e não é demagogia, trata-se MESMO de um UNIVERSO!) é investir num NOVO negócio. Não é mais uma filial. Não é como fazemos sempre. É novo. É se reinventar! Em 1982, a rede tinha 315 sites, hoje são mais de 170 milhões de páginas na internet. A concorrência continua grande...

Quando falo sobre o relacionamento com o cliente, percebo que nunca as pequenas informações foram tão importantes para conhecermos esse cliente e atendermos ele de uma maneira diferenciada. Como consumidora digo que estamos buscando a personalização dentro da identificação. Trata-se de um paradigma.

O tema do AV de ontem era "A internet como ferramenta estratégica para ampliação do varejo". É assim que a CDL Porto Alegre percebe as coisas. Espero que a representação do varejo de Porto Alegre a partir de hoje seja física E virtual. Assessorando os lojistas de modo que possam entrar nessa “onda” e obter resultados positivos, com mais segurança nas transações eletrônicas.  
Acesse aqui as telas da apresentação de Paulo Kendzerski, diretor da WBI Brasil.