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quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Campanha da Polar inova em versões para o “bah” do gaúcho

Para reforçar o posicionamento da cerveja Polar de proximidade com os gaúchos, a produtora Cápsula desevolveu o filme publicitário "Bah" . O vídeo apresenta vários usos para a expressão característica dos gaúchos, mostrando que ela se encaixa em situações diversas.
O tema "O melhor é daqui" norteia toda a campanha da bebida para a comemoração da Semana Farroupilha. Além do filme - que passou a ser veiculado na TV aberta no sábado, 3 - a marca conta com um hino específico para a ocasião, criado pela Loop Reclame. A música será levada ao ar pelas principais rádios do Rio Grande do Sul e estará disponível para download no site
http://www.polar.rs/. A Paim, responsável pela campanha, também desenvolveu anúncios comemorativos e adesivos para colecionar, que estão previstos para serem publicados em veículos impressos.
Outra ação da Polar para a Semana Farroupilha é a produção de um livro digital, "1.002 coisas para fazer no Rio Grande do Sul antes de morrer". A proposta é que os gaúchos enviem material para compor a obra, que também estará disponível no site da marca.

Fonte:
coletiva.net


quarta-feira, 30 de março de 2011

Compras coletivas: oportunidade para pequenos

Foi devorando, como de costume, as matérias do Mundo do Marketing que me dei conta de que não falamos muito por aqui sobre sites de compras coletivas, um "universo paralelo" do varejo que vem progredindo dia a dia em número de clientes, de anunciantes, volume de vendas e, por isso mesmo, em popularidade. Na qualidade de uma atenta espectadora do boom que eles vêm protagonizando, tentei furungar algum ensinamento dessa história toda.

O conceito de compra coletiva surgiu em 2008 nos Estados Unidos e desembarcou no Brasil no início do ano passado. Os sites oferecem descontos em serviços válidos depois de atingirem uma quantidade mínima de interessados. É louvável o senso positivo de oportunidade do qual resultaram as empresas desse segmento: num momento em que vivemos a "Era das Facilidades", é natural e cômodo encontrarmos à disposição na web todos os gêneros, da nossa primeira à última necessidade. Ainda mais se levarmos em conta o crescente investimento em branding, disseminação de conteúdo em redes sociais, barateamento da banda larga, plataformas integradas, boas campanhas de e-mail-marketing...

Segundo levantamento realizado pelo IDG Now, em dezembro de 2010 havia no Brasil 405 sites de compras coletivas. Em fevereiro deste ano, foram registrados nada menos que 1.025, um aumento de 153% em apenas dois meses, para o deleite daqueles internautas que consomem, através desses portais, serviços, cultura e gastronomia - porque a comercialização de bens ainda não é possível.

Peixe Urbano, Comprado, ClickOn, GrupOn/Clube Urbano, Desejomania, tantos e tantos outros! O modelo de compra coletiva prolifera-se no mundo inteiro e atrai audiência. Com isso, parei para pensar o que isso agregaria a pequenas empresas. Estou convencida de que a compra coletiva pode ser uma ótima opção para os micro e pequenos empresários, uma vez que para estes - em tese - é mais penoso dispender investimento para posicionamento da marca. Eu aconselharia uma dose de PLANEJAMENTO.

Antes de mais nada, um diagnóstico é preciso. Quantos clientes a empresa é capaz de atender ao mesmo tempo? Há recursos financeiros, de pessoal, de estoque, de logística, de infraestrutura, de tecnologia para atender a estes clientes? Será necessário investir em mais recursos ou a estrutura atual já comportaria uma demanda maior? De quanto seria esse investimento? Quanto ao atendimento, seus funcionários estão treinados para representarem bem a sua marca? Eles estarem insatisfeitos com o ambiente de trabalho que encontram diariamente pode ser um furo a transparecer ao seu consumidor através de primeiras impressões ruins.

Em geral, sites de compras coletivas oferecem critérios para a comercialização eletrônica, como por exemplo a delimitação de quantidade n de vendas até onde a empresa é capaz de atender, se este for o caso. É apenas uma questão de acordo prévio. E atente ao fato de que esses sites, em sua maioria, ficam com mais de 50% do valor da oferta, que já está abaixo do preço normal. As empresas sujeitam-se a receber um valor inferior ao de custo para ganhar uma publicidade no mailing dos sites de compras e ganhar novos consumidores.

E então, você já imaginou tudo indo por água abaixo por falta de antecipação estratégica para entrar nesse mercado? Pior do que não ter novos clientes é perder os que já existem. E reconquistá-los sai muito mais caro! Sem planejamento, não rola. Com toda certeza.


Abraço!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

"Faça como Dunga. Não use craque."

Mensagem está espalhada em cinco ruas de Campo Grande-MS

Em um país com 180 milhões de "técnicos de futebol", as convocações da Seleção Brasileira, historicamente, jamais agradam a todos. Com isso, um grupo de 15 amigos de Campo Grande resolveu tirar um sarro de Dunga espalhando cinco outdoors pela capital do Mato Grosso do Sul com a chamada: "Faça como o Dunga. Não use craque".

Foto: Divulgação

Em entrevista ao GLOBOESPORTE.COM, o empresário Chico Maia disse que a brincadeira custou R$ 8 mil. A ideia foi abordar o combate às drogas utilizando o mote esportivo, já que estamos nas semanas finais que antecedem a Copa do Mundo de Futebol. "Claro que o crack é um dos grandes problemas do nosso país, sabemos da importância de coibi-lo. Mas a Seleção Brasileira sempre se destacou pela criatividade e, desta vez, chama a atenção por ser muito burocrática. Então, fizemos uma ironia. A frase também poderia ser: 'Dunga, não afogue as nossas esperanças. Leve o Ganso' " - brincou o empresário.

Após a bisemana em que as tabuletas estão nas ruas, Maia ainda promete outras mensagens com duplo sentido. Mas garante que jamais deixará de torcer pela nossa Seleção.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Grandes idéias e o encantamento do reizinho


Não foi pela evolução da vela que se chegou a lâmpada.
Autor desconhecido

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Grandes idéias necessitam de tempo, cuidado e carinho. A diferença entre um bom trabalho e um trabalho extraordinário está no tempo que você dedica para estudar a necessidade do que lhe foi demandado, para entender a natureza do trabalho que deverá ser executado. E eu não estou contando o tempo em sua infinidade de segundo, minutos e horas, mas pela sua qualidade.
Algumas pessoas possuem a habilidade de entender, de captar a alma de cada trabalho, de cada situação, sem grandes esforços... Mas isso é um dom! Quem não nasce com essa habilidade precisa criar mecanismos para aprender a interpretar o que o cliente está pedindo. Não importa como, o importante é conseguir escanear a essência, a alma, os desejos e os medos dos clientes.
Nada é mais desmotivador do que receber um trabalho em seu estado primário. Nada desestimula mais o cliente do que se deparar com o óbvio, com o lógico, com o: - isso até o meu irmão de 15 anos consegue fazer!
O cliente quer algo novo, inédito. Na verdade pode até ser uma idéia velha, mas deve ser inédito pra ele e satisfazer, acima de tudo, as suas expectativas. O cliente quer ser encantado.
Quem ainda não entendeu isso não merece nem a insatisfação do cliente, pois não saberia nem o que fazer com ela.